Não é novidade para ninguém que a gestão Pedro Coelho é um fracasso político e administrativo em Castanhal, o que vem afetando negativamente diferentes seguimentos profissionais da cidade.
No que pertine à cultura, o desgoverno apresenta-se com mesclas de incompetência e falta de transparência quanto a determinadas decisões sobre a escolha de artistas locais para participar de eventos constantes do calendário cultural oficial da Cidade Modelo.
Por conta disso, é natural e democrático que pessoas do povo, incluindo os próprios artistas da terra, teçam críticas, por vezes ácidas, à gestão de quem está a frente do órgão responsável pela pasta da cultura, cujo site contém apenas o currículo da secretária e as atribuições do órgãos, nada constando sobre informações básicas, a exemplo do calendário de eventos e gastos com os mesmos, incluindo-se aí os cachês pagos aos artistas.
É nesse contexto que se inseriram as críticas proferidas pelo cantor castanhalense Marcio Sena, bastante conhecido na região, seja por seu distinto talento, seja por sua gentileza para com o público, que o prestigia há mais de trinta anos.
Em fevereiro de 2018, o mesmo fez o seguinte comentário em uma das inúmeras postagens fantasiosas publicadas pela ASCOM da PMC na rede social facebook:
Tendo em vista a insatisfação generalizada da classe artística local, muitas vezes preterida em eventos da PMC, tornou-se comum, em grupos de whatsapp, críticas acerca da atuação da Sra. Elane Gadelha, à época Superintendente da FUNCAST e, hoje, titular da Secretaria Municipal de Cultura.
O fato é que, incomodada com as críticas, a referida gestora talvez deva ter achado conveniente achar um "bode expiatório" para processar por supostos danos morais e, assim, servir de exemplo aos demais críticos, mandando a estes um "recado" por meio velha tática da intimidação indireta, afinal, quem da sofrida classe artística tem dinheiro sobrando para gastar com a defesa feita por um bom advogado?
O "bode expiatório" foi encontrado e tem nome e sobrenome: MARCIO SENA, a quem, somando-se ao comentário do facebook acima citado, atribuiu-se supostas falas em grupos de whatsaap que seriam "de cunho difamatório e caluniador".
Aliás, na ação judicial, o pavão do vitimismo exacerbado é tão enfeitado que foi dito seguinte:
Por todo o "dano à honra e imagem" que alega ter sofrido, a Secretária da gestão Coelho busca a "módica" indenização de 40 SALÁRIOS MÍNIMOS. Veja:
Surpreendido com a iniciativa da mandachuva da cultura castanhalense ao receber a intimação abaixo, Marcio Sena procurou a mesma, a fim de, humildemente, buscar um entendimento e resolver o problema, porém, a gestora manteve-se irredutível.
Vale lembrar que, meses atrás, o próprio Prefeito Pedro Coelho, alegando de ter sido chamado de "paspalhão" pelo jornalista Osmar de Oliveira em um grupo de whatsapp, processou o mesmo e queria ser indenizado em 10 mil reais, porém, nada levou. Tal episódio, pelo contexto, permite entender mais claramente o objetivo da ação judicial movida contra Marcio Sena: querem, aos poucos, instituir a LEI DA MORDAÇA e, além disso, auferir ganhos financeiros!
Aliás, quem poderia esperar qualquer escrúpulo ou senso de razoabilidade de uma gestão que humilha e vilipendia a dignidade de servidores públicos, atrasando constantemente o pagamento de seus salários? Será que pensariam duas vezes em processar um humilde músico para dele fazer um exemplo para os outros e obter, quiçá, alguns mil reais de "indenização"? Por certo que não!
Pedro Coelho, seus secretários e as centenas de servidores comissionados autoavaliam o "Governo de Todos" como "maravilhoso" e, corriqueiramente, muitos caem na soberba de rechaçar as críticas sofridas com ataques pessoais, covardes, anti-democráticos e até mesmo com aventuras processuais, abarrotando ainda mais o Poder Judiciário.
Mas a resposta virá em 2020!
#ForçaMarcioSena






























